Ontem ganhei um lvl. Claro, não foi um level qualquer, foi um daqueles levels que só se consegue ganhando 5000 de XP de uma vez só ao mesmo tempo que se mata o ultimo chefe, o que acrescenta um bonus de pelomenos mais 4000 de XP e ainda te dá vários itens pra vender.
Ontem eu, como posso dizer... Me libertei.
Finalmente convenci minha mãe a me deixar um pouco em paz. Porra, eu tenho 18 anos na cara e ela me trata como se eu tivesse 14 anos, LITERALMENTE. O motivo primário disto é o fato de eu jogar videogame.
Jogo. Jogo MUITO. JOGO PRA CARALHO, e me orgulho muito disso, pois enquanto tem neguinho na rua assaltando, matando, compondo funks, se drogando e fazendo outras merdas irreparáveis à sociedade, eu to dentro do meu quarto acompanhado da minha Pepsi jogando meu Guitar Hero ou meu Max Payne 2. Então ela vem aqui fazendo o clássico discurso "tu passa a vida na frente desse negócio! desliga essa merda e vai arranjar o que fazer! vai varrer o patio! vai catar coquinhos! vai ver se eu to na esquina! vai pra casa do caralho!" e outros genéricos, achando que me privando do videogame/computador/celular (sim, ela queria me proibir de jogar no celular) ela vai melhorar minha vida em alguma coisa.
Eu e minhas pepsis jogando Max Payne 2
Conversei bastante com ela e convenci ela a me largar um pouco de mão, deixar eu fazer as coisas do meu jeito. Ela fica me empurrando pra fazer as coisas que eu sei que eu tenho que fazer, como estudar pra passar de ano e eu me mato estudando, independente de ela ficar no meu pé no final do ano ou não. Me fodo horrores, passo nas provas e chego orgulhoso de mim mesmo no final do ano por ter passado, ainda que por pouco e ela só diz "hah, mas se eu não tivesse te empurrado, tu não teria passado", aparentemente pelo puro prazer de reivindicar minha vitória e desvalorizar a mesma.
Eu não estudo e passo de ano por causa dela. Faço isso por mim mesmo, pois mal posso esperar pra arranjar um emprego decente e poder morar na minha própria casa, mesmo que seja pequena e etceteras.
Enquanto isso, a vida segue e a internet cai. Diga-se de passagem que passei o dia tentando baixar a trilha sonora original da saga Guitar Hero [GH, GH II e GH 80's], sendo que é um download de exatamente 532mb, numa internet de 256k.
Agora diz ae se não é de dar vontade de pegar um machado de camping e dar só na cara do acionista principal da Brasil Telecom?
Maldita internet >.<'
Hail
o/
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
LVL UP!
Postado por
DU0
às
6:45 PM
|
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Friendship
Poisé... Hoje eu desenterrei umas fotos no orkut de um amigo e vim futricar nas pastas que restaram no meu pc da ultima formatação [dica do mestre: nunca, NUNCA, arraste uma pasta de 4gb direto de um pc pro outro pela rede. Se der qualquer errinho, a pasta se perde ¬¬] e senti uma sensação de nostalgia incrível.
Foi-se o tempo do trabalho de inglês, que nós tocamos Sweet Child o' Mine num estúdio mesmo sabendo que ninguem tocava ou cantava porra nenhuma mas mesmo assim fazíamos e gastávamos porque a diversão compensava. Eu, cantando Cemetary Gates do Pantera, Ronas e Caganera tocando Reação em Cadeia ou alguma putice do gênero e o Mario (que Mario?) solando do nada, se sentindo o Paul Gilbert sozinho num canto. Acabamos gravando um clipe na casa do Caganera, numa praça [debaixo duma chuva do caralho, e eu com a garganta estourada] e ainda tomei acidentalmente um gole de conhaque plenas 8h da manhã. Quase morri aquele dia...
Foi-se o dia do nosso primeiro churrasco na casa do Mario (que Mario?), onde eu fiquei com um grupo (Chatrício, Putz, Caganera e Ismael) na churrasqueira, enquanto ficaram o Leo, o Ronas, a inútil da minha irmã, a Gabi e o Mario (que Mario?) na sala fazendo sabe deus lá o que. Nós comentando a anatomia do clitóris e de repente a Gabriela aparece na porta e pergunta qualquer coisa, acho que da carne, sei lá. Alguém responde, ela agradece e vai saindo, esperando agente continuar com o assunto, e eu emendo "mas então, é por isso que eu não gosto de futebol..." e o pessoal ao invés de cooperar, começa a rir da minha cara.
Foi-se o tempo que agente tentava assistir filme juntos, mas não dava muito certo porque sempre tinha um filho duma cadela que queria começar uma briga de travesseiros ou começava a reclamar do filme ou algo assim... Foi-se o tempo que o pessoal se reunia pra fazer um miojão com formiga na casa do Caga.
Foi-se o dia de MIdnight Club revesando na casa do Ronas, onde ninguem queria deixar eu jogar porque eu era n00b no PS2 e não sabia onde era a porra do freio de mão e não conseguia passar da segunda curva sem perder 29 posições.
Foi-se o dia que eu comprei um balão do Feitosa [fiado, por 25 centavos, e não paguei até hoje] pra fazer o trabalho de física e roubei 3 velas numa macumba na esquina de uma das praças ao redor da escola. Foi-se o dia que os guris me viraram de cabeça pra baixo e começaram a me sacudir e me furtaram 3 reais que cairam em moedas no chão.
Infelizmente, chegamos no 3º ano. Muita gente que não se dava se uniu. Nossa turma da manhã com certeza é a melhor dessa escola, mas infelizmente, acabamos nos dividindo aos poucos.
Primeiro o Caganera começou a ficar estranho... Até hoje não se sabe bem o que aconteceu, mas isso é o de menos; ele começou a ajudar o pai em tempo integral e teve que passar para o turno da noite. Como eu desisti de tentar aprender com o VELHO NAZISTA MISERÁVEL, RIDÍCULO QUE SE ACHA O FODA MAS NÃO PASSA DE UM RACISTINHA FILHO DUMA PUTA ARROMBADA que eles dizem que ensina matemática para os terceiros anos lá na escola, e mais uns rolos ae, acabei passando meu turno de serviço para demanhã também e como não tem segundo grau à tarde, passei para a noite. Mais tarde, o Feitosa também passou para o noturno.
Nossos horários não coincidem mais com os do pessoal da manhã. Não temos mais como fazer nossas sessões de filmes depois das 5h da tarde, combinadas 15min antes com o pessoal, pra ver um filme de merda como os que os guris alugavam [à lá Terra Rasa, Abismo do Medo e etc].
Alguns fizeram um clipezinho no Movie Maker com umas musiquinhas bagaceiras no fundo que, se ouvidos ao som de More Than Words do Extreme ficam muito bonitos, que são realmente apreciados... Como meu computador é uma merda pra esse tipo de coisa, não me garanto no Movie Maker, mas o bloco de notas roda a toda aqui, e eu decidi fazer esse textículo [leia-se pequeno texto][bando de mente sujas ¬¬][(que Mario?)]. Sei que nem todomundo vai ler, mas aomenos eu desabafo um pouco a saudade de fazer churrascos e ver filmes ruins com a galera.
Dia 15 de Dezembro expira meu contrato no serviço, dae eu vou parar de trabalhar, e já pretendo ter terminado a escola. Também acho que ninguem vai estar viajando nesta data. Mal posso esperar pra ver qual vai ser a putaria maluca que a gurizada vai inventar pra comemorar o final da porra do terceiro ano e a nossa triste despedida.
:)
Hail /o/
Postado por
DU0
às
11:21 PM
|
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
O Dia Z
Alguém sabe o que vem a ser o dia Z?
Sim, meus caros desconhecidos, o dia Z é o dia da infecção viral que transformará parte da população em mortos vivos; zumbis, mais precisamente, e essa parte da população detonará com e absorvera outro terço da população, deixando dois zumbis para cada pessoa na face da terra. Scary, não?
Bem-vindos à mente de George A. Romero.
Não, não é o Romero do Doom; esse é outro Romero XD
George A. Romero escreve toda sorte de filmes e livros de zumbis. Ele foi o autor de clássicos com A Noite dos Mortos Vivos, O Retorno dos Mortos Vivos, Madrugada dos Mortos, e mais recentemente, Terra dos Mortos, o qual não recebeu críticas muito boas.
Bem, o propósito desse tópico não é comentar a excelente obra do sr. Romero, mas sim a questão da perspectiva pessoal.
Eu vou começar com o jogo.
The Land of the Dead: Road to Fiddler's Green, foi lançado lá por 2004 creio eu, pra Xbox e pra computador. O jogo, a princípio, recebeu boas críticas, na época do pré-release quando só se viam fotos e vídeos do game. Animações bem-feitas, etc, etc.
Entretanto, quando o jogo saiu, a primeira coisa de que se falou foi da jogabilidade. Alegaram que o clipping do jogo era péssimo e que o personagem era muito lento.
Bem, o clipping do jogo é tão ruim quanto o de qualquer outro jogo da engine Unreal, afinal esta foi feita pra se criar jogos de arena, não mapas para games single player. O Postal², lançado mais ou menos na mesma época creio eu, tem um sistema interessante que sempre checa a mobilidade do personagem. Quando ele vê que o personagem não pode se mover, ele teleporta-o para uma área onde ele esteve antes de chegar ali e ainda mostra uma mensagem dizendo para o jogador evitar aquele campo; no LOTD eu só fiquei trancado uma única vez, ao pular num carro capotado e fiquei preso entre o carro e a parede. Quanto a correr lentamente, bem, não é exatamente o que acontece... O fato é que os inimigos são rápidos, pois mesmo não andando muito rápido, eles têm passos largos, e nunca param de avançar, exceto quando morrem... denovo.
Segundo, falaram que o jogo é repetitivo. Porra do caralho, é um jogo sobre zumbis que são nada mais nada menos do que zumbis. Temos três tipos deles; os fracos, os fortes e os que andam de 4 surtando. Os que andam de 4 surtando tem a mesma quantia de vida que os fracos; os fortes demoram mais para morrer com tiros na cabeça. Podem aguentar até 4, ao passo que os fracos morrem no primeiro. Não temos lickers nem hunters aqui, pois não é um jogo de monstro, é um jogo de zumbi.
Temos dois grupos de armas; as meelee, que só podem ser carregadas uma por vez, do tipo, se tu estás com o machado e quiser pegar o martelo, ou o cano, tem que deixar o machado, mesmo sendo óbvio que o cara poderia por o martelo num bolso ou algo do gênero; e temos as ranged, as quais se pode ter todas até onde eu sei. São o rifle .22, o revolver, a glock, a shotgun... bem, jogue e verás.
O propósito do jogo é babasicamente ir das mais profundezas do interior do cacete lah até Fiddler's Green, que até onde eu sei, é a última fortaleza da humanidade nos estados unidos. Para isso, o jogador vai progredindo lentamente pelo caminho até Fiddler's Green.
O que eu quis dizer, basicamente, com o texto acima?
Não vão atrás do que os reviewers dizem, for eles são na maioria um bando de babacas que só ficam criticando os pontos fracos dos games. The Land of the Dead: Road to Fiddler's Green é um jogo fantástico. Mostra bem como seria se acontecesse algum tipo de zombie outbreak, com sobreviventes feridos, zumbis de todo tipo em todo lugar, e por ser uma produção do Romero, não poderiam faltar sustos né? Como no hospital, em determinado ponto onde se pegam munições numa sala e cai um zumbi fdp dum duto de ventilação, ou nos esgotos, em partes onde um zumbi cai dentro de um boeiro e vai parar na frente do jogador, ou quando um deles sai debaixo d'agua, surpreendendo o cara... Várias coisas que contribuem pro bom e velho cagaço do caralho. O próprio jogo em si tem uma atmosfera excelente, por se passar na maioria em ambientes fechados, claustrofóbicos, onde o jogador fica cercado de zumbis por todos os lados.
To com preguiça de fazer thumbnails, então cliquem nos links mesmo e vejam as screenshots que eu tirei do jogo enquanto trocava de cueca aqui por motivos romeiristicos...
Screenshot 1
O jogador tem que atravessar esses milharais umas 4 vezes nessa fase. Imagina que maravilha da tecnologia o cara ter que correr no meio dum mato alto e denso cercado de zumbis que possuem um olfato excelente...
Screenshot 2
Zombies ate my neighbours. Que se fodam, nunca gostei do velho wattson mesmo! XD
Screenshot 3
Ô caraio!
Screenshot 4
Mais ou menos no momento do tiro. Yeheheheheh... Nessa parte, o jogador pula um muro e cai num beco sem saida, e a porra do alarme dum carro dispara, chamando zumbis de todos os lados >.<
Screenshot 5
Matando a véia. P.s.: Tem um punk à esquerda da véia XD
Screenshot 6
Nada como o caos urbano do dia Z.
Screenshot 7
Quem acha que ela levanta daí quando o jogador passa por ela?
Então, enfim... Antes de jogar um jogo, muita gente vai pra net ler reviews e se não gosta do que lê, simplesmente desiste. Ignorem os reviews; assistam videos, vejam fotos, informem-se diretamente com outros jogadores e comprem antes de dizerem que é ruim. Já me falaram mal de muitos jogos que eu joguei e achei excelentes, e esse jogo ae é só um deles.
Hail o/
Postado por
DU0
às
12:17 AM
|
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Review - Jogos de celular
Hoje brincando com o meu V3c, tive a brilhante idéia de [i]reviewar[/i] meus amados jogos ^^
Em primeiro lugar, eles não são jogos em java, são jogos em BREW, que é uma tecnologia relativamente superior, mas não tão compatível/barata quanto java. É mais ou menos como ter o PlayStation 3 dos celulares, sabe?
O cara acha que vai comprar o melhor produto do mundo e depois acaba se arrependendo, mas esculachar o PS3 fica pra outro post.
Bem, vamos na lista que eu tenho aqui:
Aliens vs. Predator 3D
Disparado, um dos melhores games do celular. São 6 mapas, mas cada round dura cerca de 10 minutos, sem contar que existem 3 modos de jogo, ou seja, o tempo mínimo de jogo é 3h. Agora, como ninguem é ninja no teclado do celular, o tempo do jogo varia de acordo com o jogador. Eu não cheguei a liberar tudo, pois sempre me fodo no Time Attack da ultima fase. Falando nisso, eu levei mais de uma hora só pra terminar o último nível. Como o jogo é baseado no filme, o último nível se passa entre as barracas, sendo perseguido pela mother alien from hell o que acaba eventualmente fodendo com o jogador, já que ela te manda pro saco com um único ataque.
Gráficos - 10
Alguns ambientes não são texturizados; ao invés de uma textura pra neve, eles colocam uma cor "gelo", mas a maioria dos lugares é, e a iluminação é a melhor que eu já vi em um jogo de celular.
Sons - 9
Pena o telefone só ter um canal de som. Acho que é a coisa que eu mais odeio no meu celular, mas se não fosse isso, seria ótimo ouvir os sons de tiro que são diferentes para cada uma das seis armas, os gritos de cada um dos inimigos e etc.
Jogabilidade - 7
Mesmo não sendo das piores, às vezes é difícil de travar a mira no inimigo, pois a mesma passa muito pra esquerda ou pra direita do mesmo, forçando o jogador a ficar esperando ele se aproximar, o que aumenta as chances de ser atacado =/
Desafio - 10
Não pense que vai ser mais um daqueles jogos que, por ser para celular, os caras colocam no super-ultra-dumbest-easy mode. Aqui o bicho pega.
Replay Value - 10
O jogo te faz jogar e rejogar e rejogar até matar a bateria do pobre celular.
Miami Nights
Basicamente The Sims pro celular... Tu cria teu personagem e escolhe diferentes atributos físicos e psíquicos dele, que vão se alterando ao longo do game. O jogo tem tempo que varia entre dias e noites, e a cidade tem seus horários. Algumas lojas só abrem demanhã, outras só à tarde, outras o dia todo, outras só durante a noite [principalmente festas] e etc. Tu começa trabalhando de arigó no restaurante, lavando louça, e vai subindo dependendo de como é teu personagem. To com preguiça de abrir o jogo agora, mas lembro que assistindo filmes de comédia, o senso de humor do personagem aumenta, a diversão também, mas a cultura cai. Assistindo o telejornal o a cultura aumenta umonte, mas a diversão cai. É bem The Sims-like. Bem divertido :)
Gráficos - 9
Todos os gráficos são bem fluidos, coloridos e animados. Tudo tem uma representação muito boa e se encaixa no cenário. Apesar de 2D, é perfeito pro estilo do jogo ^^
Sons - 8
Infelizmente, todo o som do jogo se resume a umas rumbas caribenhas em MIDI que ficam tocando no fundo e variam de cenário pra cenário =/
Mas aomenos não são midis ruins at all
Jogabilidade - 9
Agente demora um pouco pra se acostumar com o controle isométrico do personagem, mas depois é só alegria. A interatividade com o jogo é muito fácil, até pra quem não costuma jogar no celular.
Desafio - 5
O "desafio" na verdade se resume a ter paciência, já que pra melhorar um atributo tu pode precisar de outro, e pra conseguir esse outro tu precisa de dinheiro, e pra ter dinheiro tu precisa trabalhar, e pra poder trabalhar, tem q esperar cada dia passar pra ir juntando o dinheiro aos poucos.
Replay Value - 7
Igual ao do The Sims. Uma vez a cada dois anos tu vai sentir vontade de jogar denovo, vai jogar viciadamente por duas semanas e largar de mão denovo, a não ser que seja um fã de The Sims. Dae a coisa muda de perspectiva... ^^
Fightality
Simplesmente o melhor jogo de luta pra celular que eu já vi, batendo de longe o The King of Fighters: Mobile Impact. Tem 5 personagens: Willis, Tyler, Tomiko, Dark Tyler e BloodClaw. Começa só com os dois primeiros da lista liberados. A cada 3 ou 4 luta,s o personagem ganha um level, que te permite adicionar pontos em força, agilidade e vitalidade. Nas primeiras 5 ou 6 viradas, o jogador libera todos os personagens, mas o jogo não acaba ae. Tem que treinar aomenos até o level 15 pra desafiar o BloodClaw [que é o mesmo BloodClaw que o jogador escolhe, mas no level 15], pra dae sim pegar a virada verdadeira do jogo.
Gráficos - 9
Os personagens são todos figuras bidimensionais animadas, mas os cenários são todos 3D. No início de cada luta, a câmera fica girando e quando para, os lutadores entram em cena. Simplesmente show.
Sons - 7
Mesmo problema dos canais de audio, que te impedem de ouvir a luta e uma musica ao mesmo tempo, e mesmo assim os caras capricharam. Pode-se ouvir trovoadas na primeira arena e outros sons em outras arenas.
Jogabilidade - 10
Os desenvolvedores do jogo foram compreensivos na hora de criar o sistema de batalha. Os golpes são fáceis de se fazer e o cara não precisa arregaçar o teclado pra jogar, como no KOF.
Desafio - 10
Os inimigos se ajustam de acordo com o jogador. Eles começam no mesmo nível que tu. Se tu mata eles muito fácil, eles ficam um nível acima [mais agilidade, mais vida e mais força] e se ainda assim eles continuarem apanhando, sobem de level até equilibrar o jogo. Perfeito :D
Replay Value - 10
O jogo te faz jogar e rejogar e rejogar até matar a bateria do pobre celular.
Tatu na Corrida do Ouro, a.k.a. Armadillo Gold Rush
Simplesmente um dos melhores jogos do meu celular. Tatu na Corrida do Ouro nada mais é que uma versão avançada do clássico BoxWorld. Funciona assim: assim que tu aperta uma tecla direcional no celular, o tatu rola praquele lado até atingir algum obstáculo, seja ele um desfiladeiro, água, uma bola, uma caixa, uma corrente de ar, etc. A moral é pegar todas as moedas de cada mapa, sendo que o jogo é imenso³. Tem 10 zonas, e cada zona tem de 6 a 10 mapas para serem explorados, cuja dificuldade aumenta gradativamente. Infelizmente, eu não consegui zerar este jogo. Falta uma porra dum mapa, o qual eu já passei duas horas jogando e não consegui descobrir como passar x.x
Gráficos - 10
Tudo é muito bem ilustrado. Os gráficos, ainda que 2D, são bem coloridos e variados. O único efeito que eu achei extremamente podre é quando o tatu rola desfiladeiro abaixo. Realmente é um efeito chinelo, mas o cara a essa altura ja está tão preocupado de ter morrido que nem nota.
Sons - ?
Não sei, nunca joguei com som o.o
Mas deve ser uma musiquinha feia de fundo XD
Jogabilidade - 10
Afinal, é só rolar pros lados; a coisa mais simples do mundo. Claro que às vezes dá vontade de poder parar no meio do caminho e mudar de direção, mas dae perderia a graça.
Desafio - 10
Não requer habilidade... Não na maioria dos níveis aomenos, pois alguns requerem uma noção de tempo :P
Mas é simplesmente perfeito. Eu achei, aomenos. Alguns níveis me deram bons minutos tentando e tentando e tentando passar até achar uma solução ^^
Replay Value - 10
O jogo te faz jogar e rejogar e rejogar até gastar as pontas dos dedos.
FOX Motocross 3D
Jogo de corrida de moto, muito semelhante ao famoso Moto Racer, de PC/PlayStation, com excessão de ter uma função turbo, que causa um efeito de blur maneiro nos gráficos do jogo e te ajuda bastante ^^
Gráficos - 10
Um dos melhores gráficos pro V3c que eu já vi. Tudo é texturizado e tem o efeito de blur quando usa turbo. Só perde pro Aliens vs. Predator 3D por ter apenas 4 temas, enquanto que este tem 6 e efeitos de iluminação, senão...
Sons - 6
Musiquinha bagaceira no menu, o som do motor da tua moto no jogo. Irritante. Adequado, mas irritante.
Jogabilidade - 10
O controle da moto é excelente, nunca deixa a desejar, e o sistema de manobras é ótimo.
Desafio - 4
Apesar de ser muito divertido de se jogar até o final, o jogo nunca se torna muito desafiador, a não ser que eu propositalmente deixe alguns camaradas passarem na minha frente, já que o turbo carrega com as manobras, que só podem ser executadas nos saltos.
Tem-se possibilidades de saltos a cada 5 segundos no jogo =/
Replay Value - 8
É divertido re-jogar algumas pistas pra tentar conseguir um tempo melhor, mas não compensa muito pois o cara não libera novas motos nem nada x(
AstroPop
O clássico das multidões, AstroPop. Basicamente, tu tem uma nave que pega blocos da mesma cor. Puxa um bloco vermelho e ela só vai puxar blocos vermelhos. Combina até 4 blocos vermelhos em qualquer parte do cenário pra estourar eles.
Agora imagina isso valendo pra blocos vermelhos, azuis, amarelos, verdes, roxos, brancos e com pedras e blocos radioativos no meio, e os blocos avançando em alta velocidade. Bem-vindo ao AstroPop.
Gráficos - 10
Apesar de simples, os gráficos são bem coloridos e animados, e os efeitos de partícula nas explosões em massa sã realmente impressionantes. Às vezes a taxa de quadros por segundo até me parece cair, mas como é coisa de menos de um segundo, não tenho nem certeza de que acontece.
Sons - ?
Não sei, nunca joguei com som o.O
Jogabilidade - 10
O jogo é bem fácil de se jogar. O controle ideal para ele seria o do Atari, mas por incrível que pareça, é muito fácil de se jogar ele no teclado do V3c ^^
Desafio - 10
O modo Survival é tudo de bom. Meu recorde foi 9min; alguem bate?
Replay Value - 10
O jogo te faz jogar e rejogar e rejogar até gastar as pontas dos dedos.
Jewel Quest
Outro clássico puzzle do computador portado para celular.
Basicamente, Bejeweled, mas mais desafiador, já que entram em cena novas peças, como a máscara do mal, que não pode ser destruída diretamente, o esquema de pintar o fundo do cenário ou as pedras enterradas, que precisam ser destruídas duas vezes.
Gráficos - 8
É um gráfico bem simplista. Nada que realmente chame a atenção, por ser bom ou por ser ruim. Apenas... Adequado ;)
Sons - -45
O pior som que eu já vi em um jogo de celular. O som se resume a 3 arquivos de som: A musiquinha do menu, o prlim de quando se faz ponto e o plom de quando o jogador mexe uma pedra errado.
Jogabilidade - 10
Basicamente, move-se o cursor para cima da pedra que deseja-se mover, pressiona-se o 5 e move-se a pedra na direção desejada. Ótimo ^^
Desafio - 10
Se o cara só for jogar sem pensar, que nem comece, pois não passa da primeira face [tipo o capítulo 1]. Não sei quantas faces são =/
Replay Value - 10
O jogo te faz jogar e rejogar e rejogar até gastar as pontas dos dedos.
Asphalt 3
O Midnight Club do celular. Muitos carros, muitas personalizações e muitos pegas de rua :D
Também, um dos melhores games de corrida que eu já joguei, e não me refiro só aos de celular!
Gráficos - 10
Apesar de ser um híbrido de 2D com 3D e a maioria das coisas da cidade não ter textura, todos os detalhes dos carros e motos aparecem no jogo, o que realmente é divertido :)
Sons - 9
Clássica musiquinha midi, mas varia de fase para fase ^^
Jogabilidade - 10
Muito fácil de controlar os carros/motos, sem grandes complicações :)
Desafio - 10
Cada modo de jogo é diferente, e nunca é fácil. Pena que em alguns níveis, o pessoal que fez o jogo exagerou e colocou umonte de curvas do cacete, que são impossíveis de se completar sem entrar num poste.
Replay Value - 10
O jogo te faz jogar e rejogar e rejogar até gastar as pontas dos dedos, principalmente por ter 4 níveis a cada cidade, variando entre uns 6 modos de jogo.
Pirates of the Caribbean: At World's End
O melhor adventure que eu já joguei pro meu celular. Possui também vários níveis, gráficos decentes e realmente é relativo com o filme, diferente de certos jogos por ae.
Gráficos - 8
Tudo é belo, apesar de que eles poderiam ter caprichado mais nos efeitos de fogo e nos personagens.
Sons - 9
Tem musica, mas a musica sempre combina com o mapa em questão ^^
Jogabilidade - 8
Em alguns locais, é difícil de se controlar o Jack Sparrow. Os pulos são meio perdidos e isso realmente atrapalha na ultima fase =/
Desafio - 8
As primeiras fases são fáceis demais, e as últimas são IMPOSSÍVEIS =x
Replay Value - 10
O jogo tem vários modos extras, como a batalha de navios e o modo de luta, e ainda assim, dá vontade de fechar no modo original denovo só pela diversão :D
Bem, por enquanto são só esses. Tô caindo de sono aqui x_x'
Quando puder, revieweio o resto dos meus games de celular e posto aqui ^^
Hail o/
Postado por
DU0
às
10:57 PM
|
sábado, 22 de setembro de 2007
Estréia
Bem, esta será minha primeira entrada NESTE blog; possuo um no MySpace mas quase ninguém lê... Vou traduzir minhas postagens de lá [eu posto em inglês; MySpace, sacas?] e por aqui enquanto tento modificar a porcaria desse template colorido do blogger pra um mais tr00.
Enquanto isso, vamos falar da minha sorte, ou melhor, azar, como gamer brasileiro.
Semana passada criei vergonha na cara e fiz uma coisa que eu não fazia a muuuuuito tempo; comprei um jogo original. Não, meus filhos, não paguei 140 reais no Doom³ não; comprei Neverwinter Nights da revista FULLGAMES por 16 pratas no Carrefurto.
A princípio, fiquei com medo, pois já havia instalado este mesmo jogo, só que pirata, aqui no que sobrou do meu PC no passado e o jogo simplesmente não abria, mas como recentemente troquei de placa de video [uma GeForce 4 MX 4000 64Mb em troca da minha antiga GeForce 4 MX-440 64Mb que não funciona com Windows XP ¬¬] resolvi dar uma chance.
Como não tenho drive de DVD no computador, tive que criar uma imagem do DVD no computador da minha irmã e passar para o meu pela rede. A imagem tem 2,2Gb e depois de instalado o jogo fica com uns 3 ou 4Gb, ou seja, tive que esvaziar 10Gb de um HD totalmente lotado pra poder jogar Neverwinter Nights >.<
Bem... Como a companhia telefônica é muito competente, eles foram mecher na caixa de telefone da rua sei eu lá a troco de que e me deixaram sem telefone/internet por uns 3 dias a troco de nada, e eu, sem nada para fazer, fiquei me viciando no NWN. Viciei mesmo o.O
Quando minha net voltou, resolvi ver como era o jogo online, e para minha tristeza, descobri que ia ter que fazer muitos e muitos downloads para poder jogar decentemente na net. Encontrei um servidor, o Layonara. Estava tudo jóia até que vi o link do Download.
The Layonara All In One Hakpak 964Mbytes
Praticamente 1Gb de download. E como se não bastasse isso, minha net é de 256k e o site não suporta gerenciador de downloads =(
Bem, é a vida né... Então pus a coisa pra download rezando pra net não cair e fui durmir... Acordei agora a pouco com um aperto no peito...
O que acontece é que a internet aqui em casa é um lixo, sabe? E quando chove, essa porcaria tende a cair MUITO, e servidores que não suportam gerenciadores de download raramente suportam continuação de download.
Vejam o download:
853Mb de 964Mb
E vejam o tempo agora na rua:
Não sei se a camera pegou legal, mas tem uma TEMPESTADE lá fora x.x
...depois agente mata alguém e ainda dizem que é porque jogamos Doom ou Quake >_>'
o/
Postado por
DU0
às
8:17 AM
|
